Angola defende na ONU medidas concretas para reduzir riscos de conflitos e reforçar o controlo de armamentos

Imagem: GiraNotícias
Resumo: Em Nova Iorque, Angola apelou a acções mensuráveis no desarmamento multilateral, no controlo de armas e na regulação da inteligência artificial militar, durante o debate da Primeira Comissão da 81.ª Assembleia-Geral da ONU.
Pontos-chave
Angola reafirmou, na sede das Nações Unidas, o compromisso com o desarmamento multilateral, o controlo de armamentos e a não proliferação, defendendo medidas concretas para reduzir os riscos de conflitos e reforçar a paz e a segurança internacionais.
[2] Jornal de Angola[1] GiraNotíciasNa intervenção, Francisco da Cruz disse que a Carta da ONU deve continuar a ser o fundamento da segurança colectiva, com respeito pela soberania dos Estados, pela não utilização da força e pela resolução pacífica de diferendos, num contexto marcado por conflitos persistentes, aumento das despesas militares e desconfiança entre Estados.
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O diplomata também defendeu a eliminação total das armas nucleares como garantia contra a sua utilização, pediu o cumprimento do Tratado de Não Proliferação e o reforço de zonas livres de armas nucleares, incluindo o Tratado de Pelindaba, além de alertar para o comércio ilícito de armas ligeiras e munições e para os riscos da utilização militar da inteligência artificial e de sistemas autónomos.
[2] Jornal de Angola[1] GiraNotíciasAngola enquadrou ainda a sua posição na experiência do país em conflitos e consolidação da paz, sublinhando o apoio à iniciativa africana «Silenciar as Armas» e a necessidade de passar de manifestações de preocupação para medidas mensuráveis, com mais cooperação multilateral e participação dos países em desenvolvimento na definição de novas normas.
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