Angola pede na ONU acções concretas e progressos mensuráveis no combate ao colonialismo

Imagem: GiraNotícias
Resumo: Em Nova Iorque, Angola defendeu na Assembleia-Geral da ONU que a descolonização deve sair das declarações de princípio e avançar para medidas concretas, com 17 Territórios Não Autónomos ainda por resolver.
Pontos-chave
Angola apelou, na sede das Nações Unidas, a um novo impulso ao processo de descolonização, dizendo que o combate às novas formas de colonialismo deve passar de declarações de princípio para acções concretas e progressos mensuráveis.
[1] GiraNotícias[2] Jornal de AngolaSegundo o embaixador Francisco José da Cruz, a descolonização continua a ser uma obrigação jurídica, política e moral da ONU; o diplomata lembrou que mais de 80 antigas colónias alcançaram independência, mas 17 Territórios Não Autónomos continuam na lista das Nações Unidas.
[1] GiraNotícias[2] Jornal de Angola
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Angola valorizou a Resolução 80/106, adoptada em 2025, que fixa 14 de Dezembro como Dia Internacional contra o Colonialismo, mas defendeu que a data sirva para avaliar avanços, identificar obstáculos e reforçar a implementação da Resolução 1514 (XV) e de outras decisões sobre descolonização.
[1] GiraNotícias[2] Jornal de AngolaO país também pediu mais capacidade para o Comité Especial da Descolonização, missões de visita quando apropriadas, melhor acesso à informação por parte dos povos dos territórios e um diálogo genuíno entre potências administrantes e territórios.
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