ARSEG quer reforçar controlo no sector segurador para travar branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo

Imagem: O País
Resumo: A reguladora dos seguros pediu mais vigilância sobre operações financeiras no sector, numa altura em que a avaliação de risco é considerada baixa, mas não dispensa prevenção reforçada.
Pontos-chave
A ARSEG defende o reforço dos mecanismos de controlo e monitorização das operações financeiras no sector segurador para prevenir o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo, apesar de o mercado ser visto como de risco baixo.
[1] Correio Kianda[2] O PaísA posição foi assumida pela presidente do conselho de administração da ARSEG, Filomena Manjata, na abertura, em Luanda, do workshop sobre a Implementação de Sanções Financeiras Específicas e a apresentação do guia de SFE para o sector dos seguros, resseguros e fundos de pensões.
[1] Correio Kianda[2] O País
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Segundo a responsável, a avaliação de risco baixo é positiva, mas não deve levar seguradoras, resseguradoras e entidades gestoras de fundos de pensões à complacência; a iniciativa pretende capacitá-las para cumprir as obrigações de sanções financeiras específicas e fortalecer a prevenção de operações suspeitas.
[1] Correio Kianda[2] O País



