Base Kwanda e promotor do Soyo pedem gestão séria e comissão urgente após degradação do Campo do Embondeiro

Imagem: Jornal de Angola
Resumo: Dois relatos sobre o Académico Petróleos do Kwanda do Soyo convergem na crítica à gestão do clube e ao estado do Campo do Embondeiro, com a Base Kwanda a justificar o corte de patrocínios e um promotor local a defender uma comissão de gestão urgente.
Pontos-chave
O director da Base Kwanda Suporte Logística, Manuel Graça, afirmou que a empresa deixou de apoiar o Clube Académico Petróleos do Kwanda do Soyo após o que descreve como desorganização e abandono do Campo do Embondeiro, que diz ter sido vandalizado. Graça defendeu que o desporto deve ser gerido por “pessoas sérias” e sugeriu que o clube procure outros patrocinadores para reabilitar o recinto.
[1] Jornal de AngolaNoutra reação, o promotor desportivo comunitário Paulo Kaká considerou que o modelo de gestão do clube irrita associados e pediu a criação urgente de uma Comissão de Gestão para “salvaguardar o pouco que restou”. Também apontou a degradação do Campo do Embondeiro como sinal do “desleixo” e apelou a mecanismos de angariação de fundos para construir um estádio no espaço disponível.
[2] Jornal de Angola
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Os dois relatos convergem na crítica à situação administrativa e às condições do Campo do Embondeiro, mas diferem no caminho proposto: a Base Kwanda coloca a responsabilidade na direcção do clube e afasta-se da reabilitação, enquanto o promotor do Soyo pede intervenção dos sócios e até a mobilização do governador provincial para sensibilizar potenciais patrocinadores.
[1] Jornal de Angola[2] Jornal de Angola



