FLEC apela à ONU e aos BRICS+ para colocarem a autodeterminação de Cabinda na agenda internacional

Imagem: Ver Angola
Resumo: Num comunicado divulgado por ocasião da 81.ª sessão da Assembleia Geral da ONU, a FLEC pediu que Cabinda seja discutida em fóruns internacionais e reiterou a sua defesa da autodeterminação do território.
Pontos-chave
A FLEC lançou um apelo às Nações Unidas e aos países do BRICS+ para que coloquem a questão de Cabinda na agenda internacional, aproveitando a 81.ª sessão da Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque. O movimento pediu que a Assembleia Geral inscreva oficialmente o tema, examine o estatuto do território à luz do direito internacional e reconheça o direito do povo cabindês à autodeterminação.
[1] Ver Angola[2] Hold On AngolaSegundo os dois relatos, a FLEC defende que a situação de Cabinda deve ser analisada com base no direito internacional, incluindo autodeterminação, descolonização e resolução pacífica de diferendos. O comunicado, assinado por Jean Claude Nzita, diz ainda que o movimento está disponível para um processo político, pacífico e diplomático sob a égide da ONU.
[1] Ver Angola[2] Hold On Angola
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Os textos apontam que a FLEC invoca o Tratado de Simulambuco de 1885 como base histórica da sua reivindicação e reafirma que não aceita a soberania de Luanda sobre o enclave desde a independência de Angola. Trata-se, porém, da posição apresentada pela organização; as fontes não trazem reação das autoridades angolanas nem indicação de qualquer resposta da ONU ou dos BRICS+.
[1] Ver Angola[2] Hold On Angola


