FMI sobe previsão de crescimento da África Subsariana para 4,5% em 2026 e aponta melhoria das contas externas de Angola

Imagem: GiraNotícias
Resumo: O FMI reviu em alta as perspetivas para a África Subsariana e destacou, no caso de Angola, a melhoria da posição externa e do acesso ao mercado, apesar dos riscos inflacionistas e orçamentais na região.
Pontos-chave
O Fundo Monetário Internacional elevou para 4,5% a previsão de crescimento económico da África Subsariana em 2026, apontando resiliência da região face aos choques internacionais, mas também alertando para pressões inflacionistas, custos da energia e restrições no financiamento do desenvolvimento.
[1] GiraNotícias[2] Correio KiandaAs duas fontes referem que a melhoria das cadeias de abastecimento, as reformas económicas e as receitas de exportação ajudaram a sustentar as perspetivas, embora o FMI mantenha riscos em baixa ligados a tensões geopolíticas, ajuda externa em queda, dívida pública e fenómenos climáticos como o El Niño.
[1] GiraNotícias[2] Correio Kianda
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No caso de Angola, o relatório citado pela Correio Kianda afirma que o país deverá beneficiar de melhoria da posição externa e do acesso ao mercado, com redução da inflação e aumento do excedente da conta corrente projetado para os exportadores de petróleo. O mesmo texto nota, porém, um abrandamento do ritmo de ajustamento macroeconómico e das reformas estruturais.
[2] Correio KiandaA leitura da GiraNotícias acrescenta que o FMI continua a ver a região limitada por pressões sobre o serviço da dívida e por menores recursos externos, o que poderá obrigar alguns bancos centrais a manter políticas monetárias mais restritivas, com impacto no crédito, investimento e consumo.
[1] GiraNotícias



