Fórum do Expansão debate reforma do sector eléctrico, PPPs, tarifas e investimento privado

Imagem: Expansão
Resumo: O IV Fórum Energia e Ambiente do Expansão reuniu governo, reguladores, empresas e especialistas para discutir a reforma do sector eléctrico angolano, com foco na cobertura, nas tarifas e no papel das parcerias público-privadas.
Pontos-chave
O IV Fórum Energia e Ambiente do Expansão colocou em debate a reforma do sector eléctrico e as PPPs, com abertura a cargo do ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, e intervenções sobre distribuição, transição energética e liberalização tarifária.
[1] ExpansãoNa sessão de abertura, Arlindo Carlos sublinhou que o desafio não é só produzir mais energia, mas garantir transporte seguro, distribuição eficiente e serviço com qualidade; disse também que o Executivo está a modernizar infra-estruturas, a apostar em armazenamento e a criar condições legais para investimento privado via IPP e PPP.
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O fórum também destacou efeitos económicos do reforço da oferta eléctrica: Tiago de Almeida defendeu que maior disponibilidade de energia pode tornar viáveis projectos electro-intensivos, como fertilizantes, alumínio, hidrogénio e data centers, e dar mais peso a contratos de longo prazo, ligação directa à rede e geração dedicada na avaliação dos investimentos.
[3] Expansão[1] ExpansãoEntre as medidas referidas pelo governo estiveram a modernização da Central de Capanda, soluções de armazenamento como BESS, centrais solares off-grid em Cazombo e Luau e interligações regionais com a Namíbia e a RDC, no quadro da SAPP e da PEAC.
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