IV Fórum Lusófono da Governação da Internet junta debate sobre IA, cibersegurança e conectividade em Luanda

Imagem: Correio Kianda
Resumo: O encontro em Luanda apelou a uma participação mais activa da lusofonia nas decisões sobre a Internet, num contexto em que Angola diz ter 80% da população ligada à rede e o Executivo reforça políticas de inclusão digital.
Pontos-chave
Na abertura da 4.ª edição do Fórum Lusófono da Governação da Internet, a secretária do fórum, Andréia de Brito, defendeu que a comunidade lusófona deve participar nas grandes discussões internacionais sobre tecnologia, tendo em conta as suas próprias realidades e desafios. A organização sublinhou ainda a presença de académicos, reguladores, governos, sociedade civil e organismos internacionais, com foco em infra-estruturas, multilinguismo e diversidade.
[2] ANGOPO secretário de Estado para a Comunicação Social, Nuno Caldas Albino, associou o debate à necessidade de jornalismo ético, educação digital e maior atenção à inteligência artificial, avisando para riscos como a privacidade, a transparência dos algoritmos e a reprodução de desigualdades. Segundo a mesma cobertura, o Executivo quer aumentar o acesso às tecnologias, incentivar o empreendedorismo digital e reforçar a cibersegurança.
[3] GiraNotícias[4] Correio Kianda
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Em paralelo ao fórum, a Economia & Finanças indicou que a conectividade em Angola ronda os 80%, abaixo da média referida para os países lusófonos, perto de 85%. A fonte acrescenta que o Governo aposta em projectos como Angola Online e Digital para chegar aos cerca de 20% da população ainda desconectada, enquanto representantes presentes apontaram desafios comuns como literacia digital, cibersegurança, electricidade e insuficiência de infra-estruturas.
[1] Economia & Finanças



