
Imagem: Folha 8
Resumo: À margem da Assembleia Geral da ONU, dirigentes africanos e parceiros internacionais pediram reforço urgente das verbas para a malária, avisando que cortes no financiamento podem fazer disparar casos, mortes e prejuízos económicos.
Líderes africanos, reunidos à margem da 81.ª Assembleia Geral da ONU, apelaram ao reforço do financiamento da malária nos orçamentos nacionais e nos planos de desenvolvimento, depois de a ALMA ter alertado que a África concentra 94% dos casos e 95% das mortes globais pela doença.
[1] Ver Angola[2] Folha 8Segundo a ALMA e a organização Malaria No More UK, um corte de 30% no financiamento pode provocar mais 146 milhões de casos, cerca de 400 mil mortes e perdas de 37 mil milhões de dólares no PIB africano até 2030, uma projeção citada pelos dois relatos.
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No encontro, o presidente do Botsuana e da ALMA, Duma Gideon Boko, defendeu financiamento sustentável e ação coletiva, enquanto Tedros Adhanom Ghebreyesus, da OMS, reforçou que a doença recua quando o investimento se mantém e avança quando o financiamento cai.
[1] Ver Angola[2] Folha 8Os participantes pediram que os Estados-membros incluam a luta contra a malária nos orçamentos e reconheceram limitações financeiras; Gâmbia, Banco Mundial e parceiros como Fundo Global, Fundação Gates, Gavi e GLIDE prometeram apoio, enquanto Angola e Zimbabué assumiram compromissos com produção local de redes e medicamentos.
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