Moçambique admite possível reabertura da investigação à morte de Samora Machel após apelos por novas respostas

Imagem: O País
Resumo: O Governo moçambicano admitiu que poderão ser necessários novos esclarecimentos sobre a queda do avião de Mbuzini, que matou Samora Machel em 1986, depois de Daniel Chapo ter pedido a procura da verdade nas cerimónias dos 40 anos da tragédia.
Pontos-chave
O Governo moçambicano admitiu que novos esclarecimentos sobre a morte de Samora Machel podem exigir a reabertura do processo de investigação ao acidente aéreo de Mbuzini, segundo declarações do porta-voz do Conselho de Ministros, Inocêncio Impissa.
[1] Jornal de Angola[2] O PaísA posição surgiu após o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, defender em Mbuzini a procura da verdade sobre as circunstâncias do desastre e afirmar que as famílias das vítimas “merecem respostas”, num discurso proferido nas cerimónias dos 40 anos da tragédia.
[1] Jornal de Angola[2] O País
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Samora Machel, primeiro Presidente de Moçambique após a independência, morreu a 19 de Outubro de 1986 quando o Tupolev-134 presidencial se despenhou em Mbuzini, no nordeste da África do Sul, numa viagem de regresso de Lusaka; as fontes referem que seguiam 44 pessoas a bordo.
[1] Jornal de Angola[2] O PaísSegundo Impissa, “não é possível esclarecer sem se reabrir o dossiê”, o que sugere que qualquer esclarecimento adicional poderá passar por uma nova investigação, embora as fontes não indiquem ainda uma decisão formal do Governo sobre a sua reabertura.
[1] Jornal de Angola[2] O País



