Venâncio Mondlane acusa governo de Daniel Chapo de raptos e assassinatos de opositores e de comprometer a soberania de Moçambique

Imagem: Hold On Angola
Resumo: Em duas intervenções públicas, o líder da ANAMOLA, Venâncio Mondlane, voltou a acusar o Governo moçambicano de falhar na protecção de opositores e de gerir de forma lesiva interesses estratégicos do Estado. As alegações incluem raptos, torturas, mortes e contratos com entidades estrangeiras, mas as fontes não trazem confirmação independente para essas denúncias.
Pontos-chave
Venâncio Mondlane, presidente da ANAMOLA, acusou o Governo de Daniel Chapo de não agir de forma suficiente perante alegados raptos, torturas e assassinatos de membros da oposição. Nessa intervenção, afirmou que a sua formação política contabiliza 65 membros alegadamente sequestrados e mortos desde a constituição do partido, números e casos que disse estarem documentados e do conhecimento de instituições públicas.
[1] Hold On AngolaNa mesma linha, Mondlane afirmou que Daniel Chapo ficará associado ao maior número de assassinatos de opositores num curto período, acusando ainda as forças de segurança de bloquearem reuniões partidárias e de usarem a força contra militantes da oposição. A fonte também refere que ele mencionou o caso do advogado Elvino Dias, morto em Outubro de 2024, sem apresentar novos elementos que comprovem a acusação feita na transmissão.
[1] Hold On Angola
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Noutra transmissão, o dirigente da ANAMOLA acusou o mesmo Governo de comprometer a soberania nacional ao adjudicar serviços estratégicos a empresas estrangeiras, questionando a gestão da fronteira de Machipanda, do Porto Seco de Dondo e da estrada Dondo-Xirinhoma. Também criticou a contratação de empresas estrangeiras para documentos de identificação e disse que a gestão de dados pessoais deveria permanecer sob controlo maioritário do Estado.
[2] Hold On AngolaMondlane acrescentou que a presença de forças militares estrangeiras em Cabo Delgado representa um risco para a soberania, e contestou ainda o modelo de importação de arroz e as sobretaxas cobradas pelo Instituto de Cereais de Moçambique. As alegações foram apresentadas como críticas políticas, sem documentação independente citada nos excertos disponibilizados.
[2] Hold On Angola



