Naufrágio ao largo do Djibuti deixa pelo menos 139 mortos e 84 desaparecidos; OIM fala em 82 sobreviventes

Imagem: Correio Kianda
Resumo: As autoridades e a OIM continuam a procurar desaparecidos após o naufrágio de uma embarcação sobrelotada que seguia do Djibuti para o Iémen. Os balanços divergem entre fontes, mas apontam para uma das tragédias mais mortíferas da rota migratória do Corno de África.
Pontos-chave
A Organização Internacional para as Migrações confirmou que o naufrágio de uma embarcação sobrelotada ao largo da costa do Djibuti fez pelo menos 139 mortos, enquanto as operações de busca e salvamento prosseguem e aumentam os receios sobre os desaparecidos.
[1] ANGOP[3] Correio KiandaHá, porém, divergência nos números divulgados: a ANGOP citou um balanço de 139 mortos e cerca de 80 sobreviventes, ao passo que a Correio Kianda referiu 82 sobreviventes e 84 desaparecidos. A GiraNotícias apontou ainda um balanço anterior de 109 mortos e mais de 116 desaparecidos, mostrando que os dados têm sido actualizados à medida que avançam as buscas.
[1] ANGOP[2] GiraNotícias[3] Correio Kianda
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Segundo as fontes, o barco transportava migrantes rumo ao Iémen quando afundou perto de Obock/Guehere, na noite de 8 para 9 de Outubro. A OIM está a prestar assistência aos sobreviventes no centro de resposta a migrantes em Obock, com cuidados de saúde, apoio psicossocial, alimentação e abrigo.
[1] ANGOP[3] Correio Kianda[2] GiraNotíciasA União Africana reagiu pedindo o combate ao tráfico de migrantes e a promoção de vias seguras e regulares, sublinhando a necessidade de enfrentar as causas profundas da migração irregular. As fontes destacam que a travessia entre o Corno de África e o Iémen continua a ser uma das rotas mais perigosas do mundo.
[1] ANGOP[2] GiraNotícias



