Navi Pillay vence o Prémio Nobel da Paz 2026; Guterres saúda reconhecimento e surgem críticas de Trump e Netanyahu

Imagem: Jornal de Angola
Resumo: A jurista sul-africana Navanethem “Navi” Pillay foi distinguida com o Prémio Nobel da Paz de 2026, numa decisão que gerou elogios da ONU e críticas de Donald Trump e Benjamin Netanyahu.
Pontos-chave
O Prémio Nobel da Paz 2026 foi atribuído à jurista sul-africana Navanethem “Navi” Pillay, de 85 anos, reconhecida pelo Comité Norueguês do Nobel pelos seus esforços para promover a paz e o direito internacional. O anúncio foi feito em Oslo e veio acompanhado do prémio monetário de 12 milhões de coroas suecas.
[2] Jornal de AngolaA ONU reagiu com felicitações: António Guterres destacou que Pillay demonstrou que a força da lei deve prevalecer sobre a lei da força e disse que a escolha presta tributo a quem defende o direito internacional, a paz, a justiça e a dignidade humana. Volker Turk, actual alto-comissário para os Direitos Humanos, classificou a distinção como uma “vitória colectiva para os direitos humanos”.
[1] ANGOP[2] Jornal de Angola
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A atribuição também provocou reacções políticas negativas. Donald Trump, através da Truth Social, criticou o comité Nobel e acusou Pillay de ser inimiga dos Estados Unidos e de Israel, enquanto Benjamin Netanyahu afirmou que o comité “perdeu a bússola moral” ao premiá-la. O Jornal de Angola recorda ainda que Pillay liderou uma comissão da ONU que concluiu, em relatório publicado em Setembro do ano passado, que Israel cometeu genocídio na Faixa de Gaza, acusação rejeitada por Telavive.
[2] Jornal de Angola



