Vera Daves defende em Nova Iorque reforma da arquitectura financeira global e simplificação do financiamento climático

Imagem: GiraNotícias
Resumo: A ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, pediu mudanças na arquitectura financeira internacional para facilitar o acesso dos países africanos a financiamento para o desenvolvimento e para a acção climática, durante encontros da 81.ª Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque.
Pontos-chave
Vera Daves de Sousa defendeu, em Nova Iorque, uma reforma da arquitectura financeira internacional para melhorar as condições de acesso dos países africanos ao financiamento para o desenvolvimento e climático, numa intervenção feita à margem da Semana de Alto Nível da 81.ª Sessão da Assembleia Geral da ONU. As duas fontes indicam que a ministra falou em encontros de alto nível sobre arquitectura financeira global e financiamento climático.
[1] GiraNotícias[2] Jornal de AngolaSegundo os relatos, Vera Daves alertou para o impacto da turbulência geopolítica, da redução do espaço fiscal e da percepção de risco soberano africano no custo do financiamento e no acesso aos mercados internacionais de capitais. Citou ainda dados atribuídos à União Africana: dos oito países africanos que inicialmente chegaram a grau de investimento, apenas Botswana e Maurícias mantiveram essa classificação; e, entre 2014 e 2021, 85% dos emissores soberanos da África Subsaariana terão sido classificados como grau especulativo.
[1] GiraNotícias[2] Jornal de Angola
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Angola declarou apoio à criação da Agência Africana de Classificação de Risco (AfCRA), iniciativa da União Africana que pretende ampliar a cobertura de rating com base em dados e contextos locais. A ministra também defendeu o reconhecimento do estatuto de credor preferencial das instituições financeiras multilaterais africanas e, no encontro sobre financiamento climático, pediu mecanismos de acesso mais simples, previsíveis e transparentes, além de instrumentos como títulos verdes e financiamento misto.
[1] GiraNotícias[2] Jornal de Angola



