A Campanha Massiva do Registo Eleitoral Oficioso 2026–2027, denominada “Angola chama por ti”, arrancou, este sábado, no município do Kilamba, com apelos das autoridades e testemunhos de cidadãos sobre a rapidez e eficácia do processo.
O acto contou com a presença do Ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, do Secretário de Estado para as Autarquias Locais, Fernando Manuel, do Secretário de Estado para a Comunicação Social, Nuno Caldas Albino, e do Administrador Adjunto do Kilamba, Garibaldino Constantino.
Na sua intervenção, o ministro Mário Oliveira sublinhou que “Angola chama por ti” é uma forma de contribuir para o desenvolvimento do nosso país, tendo apelado os cidadãos a dirigirem-se ao Balão Único de Atendimento ao Público (BUAP), e participarem do registo e prova de vida.
O secretário de Estado para as Autarquias Locais, Fernando Manuel garantiu que “ninguém vai ficar de fora. De Cabinda ao Cunene, todos terão mecanismos para promover o registo eleitoral e estar habilitados a votar em 2027”.
O administrador adjunto do Kilamba, Garibaldino Constantino, destacou que a escolha da centralidade para o arranque da campanha é uma oportunidade para sensibilizar massivamente as comunidades.
“É um dever de cidadania e, no final, Angola ganha. Ganhando Angola, todos nós ganhamos”, afirmou.
Além das autoridades, cidadãos entrevistados pela TPA reforçaram a confiança no processo.
Paulo Jorge , residente no Kilamba, afirmou que “como cidadão angolano, quando o país chama temos de acorrer. O processo levou menos de cinco minutos, é rápido, célere e acessível. Aconselho todos a virem atualizar os seus dados para participar ativamente do processo democrático”.
O munícipe Miguel Cuvalela sublinhou que o registo é um direito de todos e fundamental para garantir o voto nas próximas eleições.
A campanha decorre também nos municípios do Cazenga, Viana e Cacuaco, e é considerada uma verdadeira festa da cidadania, reunindo músicos, figuras públicas, líderes juvenis, autoridades tradicionais e religiosas.
O evento tem transmissão em directo nos principais órgãos de comunicação social que têm a sua quota parte na mobilização segundo o Ministério das telecomunicações tecnologia de Informação, Ciência e Comunicação Social.




