Escolas em reabilitação em Luanda abrem com novos cursos para atender necessidades do país

As várias escolas públicas que se encontram em obras para reabilitação e apetrechamento em Luanda, vão abrir com novos cursos, e atender às necessidades do país. São no total 15 escolas que estão a ser reabilitadas e apetrechadas, para conferir maior dignidade e comodidade aos estudantes, professores e pessoal administrativo.
Tratam-se das escolas Ngola Kiluanji, Instituto Médio Comercial de Luanda, Juventude em Luta, Ngola kanini, 1º de Maio, a Escola número 1530 no Sambizanga, que estão com obras de reabilitação.
A vice-presidente da República, Esperança Costa, que visitou nesta segunda-feira, essas instituições de ensino, disse que o governo de Angola vai continuar a trabalhar no sentido de ver melhoradas as escolas do país, bem como o seu sistema de ensino.
“O executivo vai continuar, são cerca de 15 escolas que estão a ser intervencionadas, pudemos visitar hoje cinco, mas temos muito mais para visitar. Na verdade, com o programa de empoderamento da rapariga e a aprendizagem para todos, nós prevemos a construção no país de cerca de 55 novas escolas. E estamos virados para cada vez mais respondermos a esta demanda, termos mais qualidade, darmos a possibilidade a todos, não deixando ninguém para trás”, disse.
Esperança da Costa anunciou, na ocasião, que 55 novas escolas que serão construídas no país nos próximos tempos.
“Aqui vamos melhorar o nível e a qualidade e o bem-estar dos nossos alunos. O que queremos é, no quadro daquilo que é o compromisso do executivo de reforço da capacidade institucional das nossas escolas, termos cada vez mais um ensino de melhor qualidade. Mas a construção desse grande pilar da educação, que é sem dúvida crucial para o desenvolvimento do país, não é apenas a responsabilidade do executivo, é também a responsabilidade das famílias, da população, da sociedade, interpela-nos a todos. E é aí que nós queríamos lançar um apelo, porque as escolas são intervencionadas, são requalificadas, mas depois o seu estado, quando inicia o funcionamento, é muito mal”, reconheceu.
Acrescentou ainda que a questão das instalações sanitárias, constitui também preocupação para o executivo, tendo a governante descrito o estado das casas de banho das escolas públicas como estando em “estado lastimável em que elas se transformam”.
Para a resolução deste problema, a Vice-Presidente da República advogou a participação de todos “sobretudo para manter a escola com a qualidade que ela deve ter”.


