Um total de 211 mil milhões de kwanzas foi disponibilizado pelo Executivo, para a reabilitação de 255 quilómetros de estradas que vão ligar seis municípios da província de Malanje.
O acto de consignação das empreitadas de reabilitação dos referidos troços rodoviários, foi realizado na localidade de Cambo Camana, município de Cahombo, 113 quilómetros da cidade de Malanje.
Na ocasião, o ministro das Obras Públicas, Urbanismo e Habitação, Carlos dos Santos explicou que as obras vão abranger os troços que fazem a ligação de diferentes municípios, com destaque para as vias que ligam Kiwaba-Nzoji, Cambo Camana, Mbanji ya Ngola, Cahombo, Marimba e a região de Dala Samba.
Segundo o responsável daquele sector ministerial, entre as intervenções previstas, está a reabilitação do troço da Estrada Nacional (EN) 230 e a EN/223, que liga o município de Kiwaba- Nzoji, numa extensão de 72 quilómetros.
A empreitada está a cargo da empresa Matra, sob fiscalização da empresa Gil, e conta com um prazo de execução de 24 meses. Está igualmente prevista a reabilitação da estrada que liga a sede municipal de Kiwaba-Nzoji a comuna de Cambo Camana, numa extensão de 20 quilómetros, a cargo da empresa Mota-Engil.
Salientou ainda que o troço Cambo Camana e Mbanji ya Ngola, com ligação às sedes municipais de Cahombo, Marimba e Mbanji ya Ngola, compreende uma extensão de 63 quilómetros e será executado pela empresa Novaengeconsul, num prazo de 24 meses.
Já o troço que liga as sedes municipais de Marimba e Mbanji ya Ngola, numa extensão de 49 quilómetros, será executado pela empresa Sete C, num prazo de 24 meses.
O projecto contempla, ainda, a intervenção na estrada que liga à região de Dala Samba.
As estradas terão uma plataforma de nove metros de largura, sendo sete metros destinados à faixa de rodagem, com 3,5 metros para cada sentido. As vias terão bermas pavimentadas de um metro em cada lado, sendo que a estrutura do pavimento será constituída por uma camada de sub-base com 20 centímetros de espessura e uma camada de desgaste de 10 centímetros.
Os prazos de execução vão de 12 meses, para os troços de menor extensão, até um máximo de 24 meses para as empreitadas mais longas, tendo em conta, entre outros factores, as condições climatéricas e o período das chuvas.
Segundo o ministro, as obras deverão criar mais de mil postos de trabalho, contribuindo assim, para o aumento das oportunidades de emprego, sobretudo para os jovens das comunidades abrangidas.




