Alto Comando Militar da Guiné-Bissau impede regresso de Umaro Sissoco Embaló e mantém restrições políticas até às presidenciais de 6 de Dezembro

Imagem: Forbes África Lusófona
Resumo: As autoridades militares que governam a Guiné-Bissau disseram que, por razões de segurança, o antigo Presidente Umaro Sissoco Embaló não tem condições para regressar ao país neste momento. A decisão surge a poucos dias da data que ele anunciara para o regresso e num contexto de transição política com eleições marcadas para 6 de Dezembro.
Pontos-chave
O Alto Comando Militar da Guiné-Bissau afirmou que não estão reunidas as condições de segurança necessárias para o regresso de Umaro Sissoco Embaló, justificando a posição com a preservação da ordem pública, da estabilidade e da tranquilidade social. O mesmo comunicado mantém em vigor restrições a manifestações, concentrações e aglomerações de natureza política.
[2] Correio Kianda[3] Forbes África LusófonaSegundo a cobertura consultada, a decisão militar foi divulgada a 1 de Outubro e levou ao adiamento, sem nova data, do regresso de Embaló que estava anunciado para 4 de Outubro. As fontes também referem que o antigo Presidente reagiu com um apelo à serenidade e disse querer uma luta "pacífica, democrática e respeitadora da lei".
[3] Forbes África Lusófona
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Os relatos apontam ainda para um calendário político sensível na Guiné-Bissau, com eleições presidenciais marcadas para 6 de Dezembro. O Novo Jornal acrescenta que Domingos Simões Pereira, líder do PAIGC, também manifestou vontade de concorrer ao pleito, enquanto o contexto de transição continua sob controlo militar.
[1] Novo Jornal[3] Forbes África Lusófona



