Guiné-Bissau admite que eleições de 6 de Dezembro de 2026 podem não avançar por falta de condições legais e operacionais

Imagem: Jornal de Angola
Resumo: Autoridades e líderes políticos da Guiné-Bissau admitem que o calendário eleitoral de 6 de Dezembro de 2026 está em risco, devido a prazos não cumpridos, candidaturas não entregues e problemas internos nos partidos.
Pontos-chave
O Governo de Transição da Guiné-Bissau e o presidente da Assembleia Nacional Popular convergem na avaliação de que não estão reunidas condições para as eleições gerais previstas para 6 de Dezembro de 2026. Ilídio Vieira Té apontou o incumprimento de prazos legais e a situação dos partidos como obstáculos, enquanto Domingos Simões Pereira disse que o prazo para apresentação de candidaturas terminou sem conhecimento de qualquer candidatura entregue.
[2] Correio Kianda[1] Jornal de AngolaSegundo a versão divulgada pelo Governo de Transição, vários partidos ainda não realizaram congressos e alguns têm órgãos de direcção com mandatos expirados, o que colocaria em causa a legitimidade das lideranças para concorrer. A Forbes África Lusófona acrescenta que a Comissão Nacional de Eleições considerou a realização do escrutínio na data prevista como “tecnicamente improvável”, reforçando a incerteza sobre o calendário.
[2] Correio Kianda[3] Forbes África Lusófona
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Domingos Simões Pereira, ouvido em Lisboa pelos deputados da comissão parlamentar dos Negócios Estrangeiros, argumentou ainda que não pode haver campanha eleitoral enquanto a actividade política continuar suspensa no país. Até ao momento, os relatos consultados indicam que não foi anunciada nova data para o escrutínio.
[1] Jornal de Angola[2] Correio Kianda



