PAIGC contesta ocupação da sede nacional em Bissau e ameaça recorrer aos meios legais

Imagem: Correio Kianda
Resumo: O PAIGC afirma que a ocupação da sua sede nacional, em Bissau, pelas forças de segurança é ilegal e diz que vai contestar a decisão nos tribunais, num quadro de tensão política na Guiné-Bissau.
Pontos-chave
O PAIGC considera ilegal e incompreensível a ocupação da sua sede nacional, em Bissau, pelas forças de segurança, e sustenta que o imóvel é património legítimo do partido. A formação política contesta também a colocação de uma placa com a indicação “Património do Estado” no edifício.
[1] Correio KiandaSegundo o partido, a ocupação ocorreu depois de terminar o prazo dado às formações políticas para transferirem as sedes localizadas a menos de 500 metros de órgãos de soberania e outras instituições. A resolução do Alto Comando Militar fixava sete dias úteis para essa mudança.
[1] Correio Kianda
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Em reação, Abdu Sabu, responsável do Secretariado Nacional do PAIGC, disse à RTP que o partido vai recorrer aos meios legais para tentar reverter a situação e aguarda uma apreciação dos órgãos de justiça. Numa outra intervenção, Domingos Simões Pereira afirmou que o regresso de Umaro Sissoco Embaló à Guiné-Bissau e uma eventual candidatura dependem de um contexto em que, segundo disse, as atividades políticas estão suspensas e o país é controlado por uma junta militar desde novembro do ano passado.
[1] Correio Kianda[2] Correio Kianda



