AMN e Porto do Lobito defendem sector marítimo mais eficiente antes da auditoria da OMI e reforçam cooperação com o Brasil

Imagem: O País
Resumo: A Agência Marítima Nacional e o Porto do Lobito colocaram a segurança, a formação e a modernização do sector marítimo-portuário no centro das prioridades, à margem do congresso Angola–Brasil em Luanda, num momento em que Angola se prepara para uma auditoria externa da OMI.
Pontos-chave
A Agência Marítima Nacional reafirmou o compromisso com a segurança da navegação e a protecção do meio marinho, defendendo um sector mais seguro, eficiente, competitivo e sustentável. A presidente do conselho de administração, Anisabel Veríssimo e Costa, disse em Luanda que a cooperação entre órgãos do Estado, administrações portuárias, armadores, agentes de navegação e centros de formação é essencial para melhorar a governação do sector e cumprir obrigações internacionais.
[1] Jornal de AngolaA mesma responsável indicou que a AMN trabalha com instituições brasileiras para partilha de informações e coordenação de intervenções, num contexto marcado pela próxima auditoria da Organização Marítima Internacional. Segundo a PCA, esse escrutínio deve ser visto como uma oportunidade para reforçar a fiscalização costeira, consolidar a capacidade técnica e institucional e tornar mais efectiva a aplicação das convenções internacionais adoptadas por Angola.
[1] Jornal de Angola
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No congresso realizado de 14 a 16 de Outubro, em Luanda, o Porto do Lobito também defendeu a qualificação dos quadros e a modernização do quadro legal do sector. O seu presidente, Celso Rodrigues de Lemos Rosas, afirmou que a capacitação contínua é decisiva para elevar a eficiência e a competitividade, num momento em que o Corredor do Lobito ganha peso na circulação de mercadorias e na integração regional.
[2] O PaísO encontro juntou especialistas, autoridades e operadores para discutir segurança da navegação, conformidade com auditorias da OMI e a proposta de criação de um Tribunal Marítimo em Angola. As intervenções apontaram ainda para a necessidade de aprofundar a cooperação Angola–Brasil e de alinhar a regulação e os serviços portuários com os padrões internacionais.
[2] O País[1] Jornal de Angola



