Ana Dias Lourenço defende em Nova Iorque justiça reparativa como direito legítimo à margem da ONU

Imagem: Portal CIPRA
Resumo: A Primeira-Dama de Angola falou em Nova Iorque sobre justiça reparativa, restituição cultural e reformas globais, durante eventos paralelos à 81.ª Assembleia Geral da ONU.
Pontos-chave
Em Nova Iorque, Ana Dias Lourenço defendeu num fórum promovido pela NEPAD que a justiça reparativa deve ser entendida como um direito legítimo e um imperativo de restituição, e não como benevolência ou caridade. Segundo a sua intervenção, esse princípio deve sustentar uma ordem internacional mais equitativa, com reformas na arquitectura financeira global e quadros jurídicos e políticos capazes de apoiar reivindicações de reparação com base no Direito Internacional.
[2] ANGOP[3] O PaísOs relatos coincidem em que a tomada de posição ocorreu à margem da 81.ª Assembleia Geral das Nações Unidas e que a Primeira-Dama apelou a uma voz comum de África nos palcos multilaterais, atribuindo às instituições continentais e aos blocos regionais um papel central na transformação dessa agenda em medidas concretas.
[2] ANGOP[1] Portal CIPRA
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A agenda em Nova Iorque incluiu ainda um evento da OPDAD, da qual Ana Dias Lourenço é vice-presidente, além de uma recepção oferecida por Melania Trump e de um encontro promovido pela organização Theirworld sobre educação. As fontes tratam estes momentos como parte da mesma deslocação internacional, mas não indicam decisões práticas ou efeitos imediatos resultantes desses encontros.
[2] ANGOP[1] Portal CIPRA[3] O País


