Angola abre mercado da dívida pública a investidores internacionais e aponta 5,8 biliões Kz transaccionados na BODIVA até Agosto de 2026

Imagem: Forbes África Lusófona
Resumo: O Executivo angolano deu início à abertura do mercado de títulos da dívida pública a investidores não residentes, num passo apresentado como histórico e ligado às reformas do mercado financeiro. As autoridades destacam a liquidez da BODIVA, a queda da inflação e a melhoria dos indicadores macroeconómicos como base para a medida.
Pontos-chave
Angola passou a permitir a participação de investidores internacionais nos títulos da dívida pública emitidos em moeda nacional, numa abertura descrita como um marco histórico e associada às reformas iniciadas com a criação da CMC em 2005 e da UGD em 2010.
[3] Forbes África Lusófona[2] Jornal de AngolaSegundo Elmer Serrão e Vera Daves de Sousa, o objectivo é aumentar a liquidez, diversificar a base de investidores e aprofundar o mercado secundário, num contexto em que a BODIVA movimentou mais de 5,8 biliões de kwanzas até Agosto de 2026, acima do volume registado em 2025.
[1] GiraNotícias[3] Forbes África Lusófona
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As autoridades ligam a abertura a indicadores económicos considerados favoráveis: o PIB cresceu 8,74% no segundo trimestre e 7,15% no acumulado do primeiro semestre, com o sector não petrolífero a avançar 9,24%, acima da expansão de 5,64% do sector petrolífero.
[1] GiraNotícias[3] Forbes África LusófonaTambém foram citadas reservas internacionais de 15,3 mil milhões de dólares em Agosto, cobertura de 6,6 meses de importações e inflação homóloga de 8,78%, abaixo dos 18,88% de Agosto de 2025, como sinais de maior estabilidade para atrair investidores.
[1] GiraNotícias[3] Forbes África Lusófona



