Angola defende, em Nova Iorque, mais financiamento ao desenvolvimento e valorização dos activos estratégicos de África

Imagem: GiraNotícias
Resumo: Francisco da Cruz levou à Assembleia Geral da ONU a posição de Angola sobre desenvolvimento africano, pedindo mais financiamento, retenção de valor dos recursos do continente e reforço de projectos de integração e infra-estruturas.
Pontos-chave
Angola defendeu, em Nova Iorque, o reforço do financiamento ao desenvolvimento, a valorização dos activos estratégicos africanos e o fortalecimento das instituições nacionais como vias para a paz duradoura e o desenvolvimento sustentável em África.
[1] GiraNotícias[2] Jornal de AngolaSegundo as duas notícias, o representante permanente de Angola junto da ONU, Francisco da Cruz, apresentou esta posição no debate conjunto da Assembleia Geral sobre o desenvolvimento de África, reafirmando também o compromisso com a Agenda 2063 da União Africana e a Agenda 2030 da ONU.
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No discurso, Angola defendeu que os Estados africanos devem reter mais do valor gerado pelos seus recursos, garantir financiamento previsível para a AUDA-NEPAD e reforçar a mobilização de recursos internos, incluindo o combate aos fluxos financeiros ilícitos.
[1] GiraNotícias[2] Jornal de AngolaO Corredor do Lobito foi apontado como exemplo de integração regional, industrialização e implementação da Zona de Comércio Livre Continental Africana, enquanto foram citados projectos nacionais como o Canal do Cafu, Ndúe e Calucuve e investimentos em energia hidroeléctrica e solar.
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