Angola pede reforma acelerada da arquitectura financeira internacional na ONU, em Nova Iorque

Imagem: Jornal de Angola
Resumo: Em Nova Iorque, Angola defendeu na ONU uma reforma da arquitectura financeira internacional para dar mais voz aos países em desenvolvimento e aliviar a pressão da dívida sobre África.
Pontos-chave
Angola defendeu, na segunda-feira, em Nova Iorque, uma reforma acelerada da arquitectura financeira internacional para a tornar mais representativa, inclusiva e capaz de responder às necessidades dos países em desenvolvimento, sobretudo africanos, segundo a intervenção do representante permanente junto das Nações Unidas, Francisco José da Cruz, no debate da Segunda Comissão da 81.ª Assembleia-Geral da ONU.
[1] GiraNotícias[2] Jornal de AngolaAs duas publicações coincidem ao indicar que o diplomata alertou para o peso crescente do serviço da dívida nas economias africanas, defendendo mecanismos mais eficazes e atempados para tratar a dívida, mais acesso a financiamento acessível e de longo prazo, e maior participação africana na tomada de decisões económicas globais.
[1] GiraNotícias[2] Jornal de Angola
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Segundo os relatos, Francisco José da Cruz também sublinhou a necessidade de preservar o espaço fiscal dos países em desenvolvimento para manter o investimento em saúde, educação, infra-estruturas e nos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, destacando ainda o Pacto para o Futuro e o Compromisso de Sevilha como instrumentos para reforçar a cooperação multilateral e mobilizar mais recursos públicos e privados.
[1] GiraNotícias[2] Jornal de Angola



