Angola defende na ONU cooperação global sobre inteligência artificial, conectividade e inclusão digital

Imagem: GiraNotícias
Resumo: Francisco da Cruz apresentou em Nova Iorque a posição de Angola a favor de uma cooperação internacional para que a tecnologia e a inteligência artificial apoiem o desenvolvimento sustentável sem ampliar desigualdades.
Pontos-chave
Angola apelou na ONU a um reforço da cooperação internacional para que os avanços tecnológicos, em especial a inteligência artificial, sirvam o desenvolvimento sustentável, a diversificação económica e a inclusão social, sem agravar as desigualdades entre países. A posição foi exposta por Francisco da Cruz, representante permanente de Angola junto das Nações Unidas, durante o debate da Segunda Comissão sobre tecnologias de informação e comunicação para o desenvolvimento sustentável.
[1] GiraNotícias[2] Jornal de AngolaO diplomata alertou para o risco de exclusão digital nos países em desenvolvimento e disse que reduzir essa clivagem exige não só internet, mas também conectividade acessível e fiável, competências digitais, acesso às tecnologias e ambientes digitais seguros. Segundo as duas peças, ele apresentou três acções prioritárias para garantir que o progresso tecnológico contribua para os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.
[1] GiraNotícias[2] Jornal de Angola
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Francisco da Cruz também destacou medidas já em curso em Angola, como o Livro Branco das TIC 2023-2027, a expansão da conectividade, a cibersegurança, a modernização da administração pública, o papel do ANGOSAT-2 e a elaboração da Estratégia Nacional para a Inteligência Artificial e a Governação Digital. Noutra intervenção na Assembleia Geral, referiu ainda a consolidação da paz, da reconciliação nacional e o fortalecimento das instituições judiciais.
[1] GiraNotícias[2] Jornal de Angola



