Angola pede na ONU eliminação total, verificável e irreversível das armas nucleares

Imagem: Jornal de Angola
Resumo: Em Nova Iorque, Angola defendeu na Primeira Comissão da Assembleia-Geral da ONU medidas concretas para o desarmamento nuclear e reafirmou compromissos com tratados internacionais sobre não proliferação e proibição de ensaios nucleares.
Pontos-chave
Na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, Angola defendeu a adopção de medidas concretas e mensuráveis para a eliminação total, verificável e irreversível das armas nucleares, numa intervenção do representante permanente Francisco da Cruz no debate temático da Primeira Comissão da Assembleia-Geral.
[1] Jornal de Angola[2] Jornal de AngolaO diplomata reafirmou o compromisso de Angola com o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares e sublinhou a importância de uma aplicação equilibrada dos seus três pilares, com atenção particular às obrigações de desarmamento previstas no artigo VI.
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Angola também destacou o Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares, do qual é signatária desde Setembro de 2018, e reiterou o apoio ao estatuto de África como zona livre de armas nucleares no quadro do Tratado de Pelindaba e da Comissão Africana de Energia Nuclear.
[1] Jornal de Angola[2] Jornal de AngolaNo mesmo posicionamento, o país voltou a defender garantias de segurança juridicamente vinculativas para Estados sem armas nucleares, pediu mecanismos eficazes de verificação e apelou aos Estados do Anexo 2 que ainda não o fizeram para assinarem ou ratificarem o Tratado de Proibição Completa de Ensaios Nucleares.
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