Protestos contra o custo de vida em França geram confrontos, vandalismo e dezenas a centenas de detenções

Imagem: Correio Kianda
Resumo: Manifestações espalharam-se por várias cidades francesas contra o aumento do custo de vida, com confrontos entre polícia e manifestantes, detenções e acções de vandalismo. As fontes divergem no número de detidos, mas convergem na forte mobilização policial e na participação de estudantes, sindicatos e apoiantes dos “coletes amarelos”.
Pontos-chave
Protestos em várias cidades de França contra o aumento dos combustíveis, da habitação e do custo de vida intensificaram-se no fim-de-semana, com confrontos entre polícia e manifestantes na Praça da República, em Paris, onde foram usados gases lacrimogéneos para dispersar grupos que atiravam petardos e outros objectos às forças de segurança.
[1] Jornal de Angola[2] Correio KiandaAs mobilizações reuniram estudantes, sindicatos e apoiantes dos “coletes amarelos”, que voltaram a ser chamados para as ruas. A CGT também apoiou os protestos e exigiu salários e pensões mais altos, preços mais baixos e a preservação dos serviços públicos.
[1] Jornal de Angola[2] Correio Kianda
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Quanto ao balanço policial, o Jornal de Angola referiu mais de 30 mil pessoas envolvidas em 140 acções de protesto fora da região de Paris e pelo menos 166 detidos em todo o país, enquanto o Correio Kianda apontou 272 detidos e disse que as autoridades mobilizaram mais de 10 mil efectivos em França, metade deles na região parisiense.
[1] Jornal de Angola[2] Correio KiandaSegundo o Correio Kianda, os protestos também provocaram episódios de vandalismo em cidades como Marselha, onde a Câmara Municipal foi invadida, e Lyon, onde um posto de turismo foi destruído por um incêndio.
[2] Correio Kianda



